Por que medir?
Se você quer previsibilidade, precisa medir fluxo. Sem métricas, discussões viram achismo. Com métricas, viram melhória continua.
As 3 métricas que mudam o jogo
1. Lead Time
Tempo do pedido até a produção.
- Quanto tempo uma demanda leva para virar entrega?
- Onde estão os gargalos?
- O fluxo está melhorando ou piorando?
Lead time alto significa previsibilidade baixa.
2. Taxa de falha de mudança (Change Failure Rate)
Quantos deploys causam problemas?
- Qual % de deploys precisa de rollback ou hotfix?
- A qualidade está melhorando?
- O DoD está sendo cumprido?
Taxa alta significa processo com gaps.
3. Retrabalho
Tempo gasto em correções.
- Quanto tempo volta para arrumar o que já foi entregue?
- Quantas vezes a mesma coisa é “refeita”?
- Onde estão os problemas recorrentes?
Retrabalho alto significa entrega sem qualidade.
Por que essas 3?
São as métricas DORA simplificadas:
- Medem fluxo (lead time)
- Medem qualidade (taxa de falha)
- Medem eficiência (retrabalho)
Juntas, mostram a saúde real da engenhária.
Como começar a medir
1. Defina o que conta
- O que é “demanda”? (ticket, feature, bug)
- O que é “entregue”? (deploy em produção)
- O que é “falha”? (rollback, hotfix, incidente)
2. Automatize a coleta
- Use seu sistema de tickets
- Integre com CI/CD
- Dashboard simples que atualiza sozinho
3. Revise periodicamente
- Reunião quinzenal ou mensal
- Análise tendências, não números isolados
- Ação concreta a partir dos dados
Conclusão
Sem métricas, é achismo. Com métricas, é melhória continua. Comece por essas 3 é evolua a partir delas.
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