11 JAN
Terceirização inteligente: quando faz sentido (e quando não)
Outsourcing não é “passar código adiante”. É montar capacidade de engenharia
com governança, previsibilidade e entrega orientada a resultado.
O objetivo é ganhar capacidade sem perder controle.
Tempo, custo e risco sob gestão — não “correria”.
Quando faz sentido
- Acelerar entregas (sem inflar folha)
- Cobrir especialidades (arquitetura, SRE, dados, performance, segurança)
- Sustentação contínua (SLA, plantão, prevenção com custo controlado)
- Governança e previsibilidade (prioridade, dono por decisão, métricas)
Quando NÃO funciona
- Só por hora (sem escopo claro)
- Tudo é urgente (sem prioridade definida)
- Entrega sem métrica (ninguém mede impacto)
- Sem rastreabilidade (documentação e responsáveis inexistentes)
Terceirização dá certo quando existe escopo, rotina e métrica.
Sem isso, vira “apagador de incêndio”.
Quer um modelo de parceria sob medida?
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