2026: o ano de tratar software como ativo de receita (não como custo)


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2026: o ano de tratar software como ativo de receita (não como custo)

Se sua empresa já fatura acima de R$ 30k/mês, software deixou de ser “TI”.
Ele vira motor de eficiência, conversão e margem.

A pergunta não é “quanto custa manter o sistema?”. É:
quanto sua empresa deixa de ganhar quando a operação depende de processo manual, retrabalho e instabilidade.

R$
Receita
mais conversão, upsell e retenção

Eficiência
menos retrabalho e gargalos
🛡
Risco
menos paradas e perda de caixa

O que muda quando software vira ativo

  • Roadmap ligado ao negócio (tempo, custo e risco — com metas e dono)
  • Governança leve (prioridade clara, decisão rápida, foco no que dá retorno)
  • Sustentação contínua (SLA, observabilidade e prevenção — menos incêndio)
  • Medição por impacto (o que aumentou receita / reduziu custo / reduziu risco)

Quando software é tratado como ativo, ele entra na gestão com a mesma seriedade de vendas e financeiro.
A empresa para de “comprar feature” e passa a gerir engenharia.

Sinais de que hoje você está tratando como custo

“Só mais uma demanda”
sem prioridade, sem dono e sem meta
WhatsApp + planilha
informação espalhada e retrabalho
Incidente recorrente
corrige, mas não elimina a causa
Entrega sem métrica
ninguém sabe se gerou resultado

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